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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Pela Rua #3 - Amsterdam

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Grafitti, Stickers, Posters... Street art. Arte urbana. Ela está ali. Geralmente naquele cantinho mais sujo daquela rua mais suja mal iluminada... Marginalizada.

É?

Talvez um dia já foi assim. Mas como a força dos artistas e da mensagem é tão poderosa que a street art ganhou o mundo. Literalmente.

Exposições, galerias, livros de arte... Todos se renderam.

Mas a rua continua sendo o melhor meio, e o mais sincero, de expressão desses artistas.

E a internet acaba servindo como a melhor forma de divulgação. Se você não pode ir a Amsterdã, Barcelona, Nova Iorque, Tóquio... Você encontra fotos ótimas de grafites no flickr, facebook, etc.

Temos uma pequena contribuição para os leitores do Cultbox. Uma pequena seleção de Tarrask e Lus, amigos do blog.

Com street art feita em Amsterdã. Na visão, às vezes bem parecidas, de cada um.

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Mas essa aqui é a que eu (Lus) acho uma das mais do caralho.
É de Arles, cidadezinha no sul da França.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eu compro livros pela capa

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Não sei você, mas sou do tipo que é capaz de comprar livros pela capa. Já me dei muito bem algumas vezes, como por exemplo quando levei pra casa o Último Reino, de Bernard Cornwell, seguindo um boato de que a edição nacional ganharia uma nova roupagem e a versão metalizada viraria artigo de colecionador. 2 anos depois ainda dou de cara com o mesmo livro na prateleira, mas nem por isso me arrependo de ter um exemplar bonitão em casa - e também excelente romance, vale salientar. Minha última aquisição nesse quesito foi Nova Yorque Delirante, de Rem Koolhaas. Fui literalmente hipnotizado pela arte e o acabamento do livro, já que em outro contexto, passaria batido - não era assíduo frequentador da sessão de arquitetura e urbanismo, agora até que dou umas passadinhas por lá de vez em quando.

Ainda bem então que as capas criadas por Jim Tierney para os clássicos de Julio Verne não passaram de um projeto de conclusão do curso da University of the Arts da Philadelphia - ou pelo menos por enquanto. As capas de 20.000 Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra, Volta ao Mundo em 80 Dias e Da Terra à Lua, possuem todas uma dose de interatividade que tornam o design e as ilustrações ainda mais embasbacantes.

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Para saber um pouco mais sobre o processo por trás deste projeto, incluindo desenhos e comentários, leia o artigo publicado na FaceoutBooks.
 
Quer saber, isso de querer livros pela capa  bem que poderia virar uma sessão aqui no blog, não é? Até já sei sobre qual livro será a próxima edição. E se você também quiser contar a sua história sobre capas de livro, escreve pra gente. Quem sabe a gente não publica?

Guia de sobrevivência contra vampiros

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Desenhado por Kaye Blegvad, Fight Against Vampires Contra é um guia visual de defesa contra vampiros. Não importa se forem transilvânicos ou purpurinados, cruzou com um deles, é estaca na goela,  fiambre fatiado e semente de papoula em volta  da cova.

 
Clique para visualizar maior. 

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Showchicken

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Não sei absolutamente nada sobre Nick Sheehy, execeto o fato de que ele mora com a namorada e dois hamsters chamados Charles e Eddie na fria Leigh on Sea, UK. E nem precisa, né? Basta saber que é esse o artista por trás das belíssimas ilustrações do Showchicken (e já foram direto parar no bg do meu celular).

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Mais aqui.

Até o fechamento deste post, informações truncadas davam conta do possível falecimento de Charles e Eddie e sua subsequente substituição pelas gêmeas Pam e Miriam. Para maiores detalhes, siga @showchicken.
terça-feira, 31 de agosto de 2010

As ilustras do Heitor

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Foi com grande surpresa que descobri no post “O que a tecnologia faz com a cabeça das pessoas” aqui do Cultbox que o BG do Iphone de @igormoura tinha uma ilustração de Heitor Pontes - Diretor de Arte - amigo meu. Prontamente perguntei se ele não queria postar aqui algumas de suas ilustras. Sem titubear, Heitor mandou um breve histórico de sua carreira publicitária e artística e várias ilustrações. 
Vou deixar ele mesmo se apresentar.

“Heitor Pontes, recifense, diretor de arte, trabalhei em algumas agências daqui como Mart Pet, Marta Lima, Arcos e OEM. Morei três anos e meio em São Paulo, fui fazer uma pós no SENAC em design gráfico, passei 2 anos e meio na Y&R e voltei em maio desse ano. Tava com saudades de Recife e já pensava na idéia de voltar quando @apons07, da RGA, me chamou pra trabalhar lá e eu vim na mesma hora.

Gosto de desenhar desde criança e, há uns 3 anos, voltei a ilustrar num momento de ócio e não parei mais. As pessoas começaram a gostar, pedir, comprar, influenciar e continuei.

Então, no dia 15 de setembro, participarei da Expo Coletiva "Três Lugares Diferentes" com Mariana Belém e Daniel Andrade, no Espaço Muda.”

Enquanto o evento não chega,  fiquem com uma amostra das belas ilustras de Heitor:

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Heitor Pontes
segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Colorindo

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A cor é um dos elementos mais importantes do design gráfico, é a forma mais imediata de comunicação não verbal e é natural que tenhamos reações a ela. Pode-se dizer ainda que a cor é uma feramenta que pode ser usada para chamar atenção, direcionar e guiar o leitor, pois tem enorme poder e força para transformar um desenho de categoria inferior em um ótimo trabalho, o que também pode acontecer no sentido inverso.
 
A relação do designer com a cor está desde a sua aplicação nas composições gráficas, definindo as combinações e variações cromáticas, chegando até as atribuições cromáticas do design como um todo.
 
As cores podem ter inúmeros significados intrínsecos, ligados a diversas emoções e humores. Sabendo disso, o designer deve fazer uso desses significados traduzidos pelas cores nos produtos de forma a atrair a atenção do público-alvo desde o primeiro contato.
 
Para ilustrar bem essa temática de cores, trouxe hoje pra vocês uma referência maravilhosa, o site iso50, do Scott Hansen. Ele faz uso das cores de forma maravilhosa e atrai rapidamente a atenção do observador. Acho fantástica as paletas de cores utilizadas por ele.

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Deixo hoje como indicação de livros mais um da série Design Básico, o número 4: Cor que fala sobre cor de uma forma bem legal.

O post completo com todas as imagens vocês podem ver amanhã no OhPERA Blog.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A primeira impressão é a que fica

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Os designers gráficos têm hoje à sua disposição uma enorme variedade de processos de impressão e técnicas de acabamento para produzir publicações atraentes e funcionais. Falando mais especificamente de cartões de visitas, vejo grande necessidade de fazer uso desses processos para fazer bonito naquela velha e boa "primeira impressão" com o cliente. Afinal, o cartão de visitas é a porta de entrada, muitas vezes, para qualquer profissional.

O acabamento abrange vários processos que dão o toque final a um projeto depois que o suporte - normalmente o papel - foi impresso, como relevo seco, corte especial, hot stamping, verniz localizado e outros que podem fazer a criatividade de um designer ir bem longe. Essas técnicas são capazes de transformar uma peça comum em algo muito mais interessante, o que pode ser comprovado por nós mesmo quando recebemos um cartão de visitas ou quando escolhemos um livro para comprar.

Falando um pouco mais sobre alguns acabamentos que encontramos por aqui:
Vernizes | podendo ser localizado ou geral é um composto incolor aplicado a materiais impressos. Pode ter acabamento fosco, brilhante ou acetinado.
Laminação | É um filme aplicado a um ou ambos os lados de um impresso. A laminação fornece inúmeras vantagens, além de poder ser brilhante ou fosca e ainda aumenta a rigidez da folha e sua proteção contra umidade e manuseio.
Corte especial | É um processo que utiliza faca de aço para cortar uma parte específica do design.
Relevo seco, alto-relevo e baixo-relevo | É um design estampado em um suporte com tinta ou laminado metálico, o que resulta em uma superfície tridimensional, elevada, decorativa ou texturizada que destaca determinados elementos de um projeto.
Hot Stamping | É um processo no qual um laminado colorido é pressionado sobre um suporte por meio de um molde aquecido, o que faz o laminado separar-se de sua proteção. O laminado é um filme fino de poliéster que contém um pigmento seco dando um acabamento metalizado.
Serrilha | É um processo que cria um picote em uma área do suporte, permitindo que seja destacada.

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Utilizar técnicas de impressão e acabamento pode adicionar valor a uma pulicação. Embora o uso desses processos aumente o custo da impressão, elas podem ajudar o projeto a comunicar-se de forma eficiente além de deixar teu projeto com aquela cara profissional. Os processos de acabamento podem ser empregados para agregar valor criativo a um design, como vocês podem ver nos exemplos aqui postados ou em mais alguns exemplos inspiradores lá no OhPERA Blog.

Indico hoje pra vocês o livro muito genial sobre impressão e acabamento do Gavin Ambrose que sempre mostro lá no blog: Design Básico 3 - Impressão e Acabamento
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