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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Se você não sabe o que é o capacitor de fluxo, não leia

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pedro, que se auto-apelidou de peter, por causa do parker, era um nerd como outro qualquer. ou melhor, quase isso. ele pegava mulher. pegava.

- “você sabia que originalmente o pac-man era chamado de puck-man? mas mudaram, porque ficaram com medo das piadinhas. o pessoal ia trocar o”...

- “‘p’ pelo ‘f’ e falar... você sabe, né?” Scott Pilgrim Vs The World.

[silêncio] ele insiste.

- eu já te disse que você é linda? você não quer ser a minha penny?

- the big bang theory, pedro. ela é loira, eu sou morena.

- peter. as pessoas me chamam de peter.

- desculpa, peter.

- então, gata? de que lado da força você está?

- isso ainda funciona? sério?

[silêncio] ele insiste. de novo.

- “grande garota! Acho que vou matá-la ou me apaixonar por ela”.

- star wars ainda fuciona? essa do han solo eu ouvi umas 5 vezes só na balada do sábado passado.

- engraçado. “você me faz querer ser um homem melhor”.

nesse momento, os olhos dela ficam marejados.

- essa do melhor impossível rolou no happy hour da firma na sexta passada. e funcionou. hoje não.

- eu juro. com você meu coração chega a 60 mph em 6,3 segundos.

- desculpa. já fiquei com outro marty mcfly mês passado.

[silêncio]

[silêncio]

- porra. porra. mil vezes porra. odeio essa moda nerd.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Tintin first look

Começaram a sair mais detlhes sobre a produção de As Aventuras de Tintim, a cargo de ninguém menos que Peter Jackson e Steven Spielberg.

Na manhã desta segunda (01/11), a Empire Magazine divulgou a primeira imagem oficial do personagem, recriando a célebre imagem do intrépido repórter e seu fiel escudeiro Milu em CGI. O filme foi rodado com a mesma tecnologia de captação de movimentos utilizada em Avatar. 

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A primeira parte da trilogia, entitulada de As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, traz Jammie Bell (Billy Elliot e King Kong) como personagem-título, Andy Serkis (o Gollum de Senhor dos Anéis) como Capitão Haddock e Daniel Craig (James Bond) como o maléfico Red Rackham.

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[ATUALIZADO]
Acabaram de sair mais dois frames do filme!
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Tintim foi criado em 1929 pelo criado pelo escritor e desenhista Hergé. O longa chegará aos cinemas em 23 de dezembro de 2011.

Via Omelete
sexta-feira, 29 de outubro de 2010

25 anos de "De Volta para o Futuro"

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O Sream Awards 2010, que aconteceu em Los Angeles no último sábado (16), foi marcado por um momento emocianante. Durante a homenagem prestada aos 25 anos do primeiro “De Volta para o Futuro” (1985), Michael J. Fox (Marty McFly) e Christopher Lloyid (Dr. Brown) subiram ao palco ao lado de uma réplica do Delorean, arrancando aplausos do público.



O Scream Awards 2010 vai ao ar aqui no Brasil no dia 31 de outubro, no canal de tv a cabo TNT.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O cinema sem palavras


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No último fim de semana o cinema pernambucano perdeu um dos seus mais ilustres filhos. Germano Coelho Filho, ou Germaninho, como é carinhosamente chamado, faleceu aos 52 anos. Apesar da pouca idade, o cineasta escreveu uma importante história. Produtor de filmes como Baile Perfumado e Deserto Feliz e co-produtor do filme O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas e outras importantes produções, ele foi um dos responsáveis pelo resurgimento do cinema local.


Outra paixão do cineasta era a natureza. Germano Coelho Filho era habilidoso com plantas e costumava fotografar a fauna e a flora locais. Ele era um dos responsáveis por um projeto recém-lançado pelo governo do estado que visa reflorestar parte da mata atlântica. Germaninho deixa o cinema pernambucano um pouco mais triste, uma filha, muita saudade e um projeto a ser concluído: História de um Valente. Um longa-metragem que conta a história de Gregório Bezerra, um revolucionário que participou ativamente da intentona comunista e da guerrilha durante a ditadura, sendo torturado em praça pública pelos militares. Para homenageá-lo, hoje (Sexta-feira, 22/10), a partir das 21H, no Cinema São Luís, acontecerá uma sessão especial com Baile Perfumado. Uma das mais importantes obras do cinema brasileiro moderno. Se você gosta de cinema e quer prestar uma última homenagem a esse exponente da cultura pernambucana, compareça e assista ao filme. Eu vou.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

comer, rezar, amar - crítica. ou não.

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Hoje me deu vontade de viajar. Mas viajar pra ficar sem fazer nada. Na verdade, pra fazer algumas coisas que você só pode fazer quando não tem que se preocupar com pauta, prazos, perrengues e pendências – aqueles 4 p’s do marketing – do seu trabalho. Eu até já fiz uma lista de ‘coisas pra fazer quando meus amigos tiverem trabalhando e eu não’. Por exemplo, tomar cerveja às 15:35. Sim. 15:35 porque eu não gosto de horário redondo. Andar pela rua às 11:11 da manhã. Quando eu digo andar, não é indo pra um lugar que você sabe onde é. Andar por andar, até cansar e parar em outro bar pra tomar uma coca cola de garrafa de vidro e comer uma empada. Outra coisa que eu queria também é não ter hora pra dormir. Isso porque eu conto as horas de sono que eu vou ter. Quando elas são menos de 5, dá um desespero agoniante. Eu também queria viajar pra ser turista, sabe? Andar sem ver um amigo do outro lado da rua e ter que dar tchauzinho. Não encontrar um conhecido na rua, falar qualquer amenidade e no final das contas ter que ir na mesma direção que ele, sem ter mais assunto nenhum. Queria ir sem celular. Ué, se precisar ligar vai no orelhão ou qualquer coisa do tipo. Eu queria acordar as 10:17. Eu queria acordar mais cedo, se desse vontade de sentar numa rua, tomar um café e ler um livro de tirinhas. Eu queria entrar numa livraria qualquer, ler a maior quantidade de livros finos que puder e não comprar nada. Eu queria viajar pra assassinar alguma língua estrangeira pedindo informações e ouvir um sotaque diferente de uma velhinha de uns sessenta e poucos anos. Eu queria viajar pra não ter que aturar conversas chatas e ter que usar a técnica de fixar os olhos na boca da pessoa e não escutar nada sem precisar tampar o ouvido. Eu também queria passar mais tempo de óculos escuros, de chinelo e com a mochila nas costas. Eu queria não criar títulos pra os meus textos. E nem ter que dar espaço pra organizar o texto. Eu queria viajar pra ficar sem fazer nada e fazer um monte de coisas que o trabalho não me deixa, como acabar esse texto e dizer quantas coisas eu queria fazer quando tivesse longe e não tivesse fazendo nada. Como escrever sobre a saudade de casa e da rotina.

ps.: essa é a minha crítica sobre o filme. E esse post não é patrocinado.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010

It's all about the game

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Por volta de 1600, na Holanda, ocorreu um fênomeno de loucura coletiva que ficou conhecido por "Tulipomania". Pessoas vendiam propriedades ou se endividavam em troca de tulipas. Um surto especulativo sem precendentes na história do nascente capitalismo holandês. Muito bonita e exótica, em forma de turbante (em turco, tülbent) e originária do misterioso Oriente, a flor tinha todos os ingredientes para despertar curiosidade e desejo. Tulipa entrou na moda. Mais que isso, transformou-se em obsessão. Novas variedades eram supervalorizadas e davam a quem as possuía um prestígio inimaginável. Anos mais tarde, como era de se esperar, o preço das tulipas despencou e muita gente acabou arruinada.

Hoje. Pessoas se degladiam por ações de companhias das quais nunca ouviram falar. Investem todas as suas economias em troca de papéis com a esperança de ver seus profits se multiplicarem. Hipotecam seus bens como garantia para adiquirir novos bens. A tulipa dá lugar à especulação. A bolha toma forma. Bancos financiam crédito sem fim a taxas de juros pós-fixadas. Empréstimos hipotecários de alto risco e de taxa variável concedidos à famílias sem renda suficiente para poder arcar com suas prestações. Em 2005, a Reserva Federal Americana aumenta a taxa de juros para tentar reduzir a inflação e desregula a máquina. Mutuários ficam inadimplentes, isto é, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos. Uma crise de confiança geral afeta o sistema financeiro e falta de dinheiro disponível para saque imediato pelos correntistas do banco. Corre-corre na bolsa de valores. A bolha estoura. Wall Street caiu.

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Complicado? Pode até parecer, mas após essa introdução já vai ficar um pouco mais tranquilo acompanhar a trama principal de Wall Street - The Money Never Sleeps, filme que recoloca a carreira de Oliver Stone nos trilhos. Continuação - de certa forma independente - do filme de 1987, Stone volta com o que melhor sabe fazer: retratar o umbigo da América. 

A atual crise econômica é pano de fundo perfeito para trazer Gordon Gekko, personagem de Michael Douglas, de volta à ativa. E não é pelo dinheiro, é tudo pelo jogo.

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Uma coisa precisa ficar bem clara, Wall Street não é para todos os públicos. Vai ter quem durma; vai ter quem não entenda nada; quem, simplesmente,  não curta esse tipo de filme; mas vai ter também quem saia do cinema querendo um pouco mais. Afinal, um pouquinho de ganância não faz mal a ninguém. Né verdade?

É cinema politizado, elegante, incrivelmente fotografado, montado, bem escalado e datado. Entenda  isso como quiser.

Vou deixar de impessoalidade e dizer logo de uma vez: Wall Street é um filmaço!

 
segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O cara.

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O cara toca violão. O cara é ator o mais engraçado do cinema. O cara faz papéis geniais. Sim, ele interpreta ele mesmo. Mas me diga qual ator ainda está interpretando ele mesmo de forma mais impressionante a cada filme que passa?

O cara é o cara. O cara é amigo do Dave Grohl. O cara se esconde do David Letterman no palco do seu talk show. O cara faz o que tem vontade. Sempre. O cara mesmo fazendo um filme de romance, besteirol, consegue arrancar boas risadas de você. O cara fez um filme da sua banda. O cara fez um bom filme da sua banda. O cara vai no American idol e impressiona todo mundo, cantando a musica máster dos motéis, Kiss From a Rose. O cara tá na refilmagem de King Kong, que eu particularmente acho um saco e mesmo assim salva o filme sendo ‘ele mesmo’, lembra?

O cara sendo ele mesmo tem a vantagem de entrar como ele mesmo em qualquer filme. É como Peter Parker entrar na vida de Tobey Maguire pular uns prédios. O cara já interpretou Paul McCartney. Isso diz muito. O cara é um injustiçado por ter como trabalhos notáveis segundo o Wikipédia: Nacho Libre e School of Rock. Porra, Wikipédia! Vocês nunca assistiram High Fildeity?

O cara é aquele tipo de pessoa que você queria tomar uma cerveja com ele. O cara é um fuckin genious, mothafucka, fodão ou somente, ‘ele mesmo’.

Chupa, John Malkovich. Eu quero mesmo é ser Jack Black.


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Drew Struzan

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Drew Struzan. Você pode não conhecer este nome, mas certamente já quis ter um destes posters na parede do seu quarto. Ainda mais se você cresceu assistindo aos clássicos da Sessão da Tarde.

Reconhecido como um dos maiores e mais influentes "poster artists" de todos os tempos, Drew é responsável por eternizar em lápis e pincel filmes como Star Wars, Indiana Jones, Os Goonies, E.T. e De Volta Para o Futuro. Ajudou a criar a iconografia e a memória que temos dos filmes. Praticamente o John Williams da quinta arte.

Um dos aspectos mais impressionantes de seu trabalho é a possibilidade de enxergar sua técnica através dos detalhes dos desenhos. Podemos perceber o manuseio de lápis acrílicos e coloridos, que Drew utiliza para combinar elementos do desenho com texturas. O fato é que Drew virou praticamente um termo para definir o estilo.

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drewstruzan.com
quarta-feira, 8 de setembro de 2010

1984 x 2010.

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As diferenças de 1984 pra 2010? Para os saudosistas como eu, talvez não tenha nenhuma, em se tratando de uma ‘obra prima’ como Karate Kid com o ilustre Ralph Machio e o grande Pat Morita. Resultado? Queimei a língua.

Prós e contras:

O que eu chamei de nepotismo (a escolha da Jaden Smith pra ‘Daniel-Sam’) foi um tapa na cara, porque o pirralho atua de forma bastante convincente. Ralph Machio é uma negação.

O que eu chamava de Didi Mocó Oriental (Jackie Chan), foi no mínimo honesto, mas ainda não é nada comparado ao Sr. Myiagi.

O que eu chamei de adaptação infiel (no Karate Kid de 2010 ele luta Kung Fu) , me surpreendeu bastante. O Kung Fu tem uma razão de ser Kung Fu, já que é a arte macial e que predomina no lugar.

Eu poderia citar mais um monte de coisas que me fizeram abrir o bolso e pagar 17 reais pra ver Karate Kid 2010, já que eu sou fã incondicional do original, não acredito em remakes e principalmente em Jackie Chan.

Como eu disse, queimei a língua. O Karate Kid de 2010 é muito bom. E digo bom pra o que ele se propõe. É pipocão, é um remake bem feito e talvez seja o Karate Kid que eu mostre pros meus filhos, ao invés do de 1984.

É óbvio que não dá pra comparar o filme de 1984 com o de 2010 que tem milhões de coreógrafos de luta, efeitos especiais e todos os recursos que deixam o filme com muito mais ritmo.

O que mais eu posso dizer? Assista. Se você curte tanto o filme, ele vale a pena.

Pode ir com preconceito mesmo, que você também vai queimar a língua.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Classificação

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Eu tenho uma classificação na minha cabeça para coisas que eu gosto muito. Tenho um sério problema com a palavra genial e às vezes sinto que uso ela com uma facilidade muito grande, as vezes até sem perceber. Pra remediar essa impulsividade, eu criei as categorias Deus (O próprio) , Fuckin Genius (Tarantino), Gênio (Danilo Portela. Se você não conhece, é bom conhecer) , Bom pra cacete (na verdade eu digo bom pra caralho) e Bom.

Por indicação da nossa leitora/amiga/colaboradora Nathália Cunha (aqui no blog mesmo. Post bem melhor que esse), eu fui conhecer Nick Hornby. Um fuckin genious inglês, torcedor do Arsenal, pirado em música e isso tem tudo a ver com o que eu vou falar. Na verdade, só a parte da música.

Fui ler Alta Fidelidade com pouca expectativa, porque tinha lido Juliet Nua e Crua e achei que se encaixou no Bom. Quando li Alta Fidelidade, descobri porque ela é obra prima de Hornby. E mais, fiz uma experiência de ver o filme no mesmo dia que terminasse de ler o livro.

Embora todo mundo ache que filmes que são baseados em livros são ruins e infiéis, esse entrou no meu top 5 de “ Filmes/livros que os meus filhos DEVEM assistir/ler ”. Só pra explicar, o ator principal é maluco por top 5. E se prepare, porque isso contagia.

O livro tem alguns detalhes que o filme – pela clara limitação de tempo – não tem e algumas pequenas coisas que enriquecem ainda mais a história. Mas o filme é muito fiel, com desconhecidos interpretando perfeitamente e conhecidos interpretando fantásticamente. John Cusack, Catharine Zeta Jones e Jack Black no papel da vida dele. Ainda sobre os atores, atentem para o personagem Dick (Todd Louiso ). O cara é bom pra cacete (bom pra caralho).

Atentem para a ordem: Livro e filme, entendeu? Filme no mesmo dia que terminar o livro, entendeu? Eu sei que entendeu, você não é idiota. Desculpa a ofensa. É reflexo dos dias passados com Rob Fleming/Gordon.

O importante é que você deve ler e assistir.

Agora por favor, alguém me ajude. Quero saber se De Volta Para o Futuro 1 e 2 podem ser considerados como um só filme, pra eu poder encaixar Alta Fidelidade no meu Top 5 de “ Melhores filmes da vida inteira até o presente momento ”.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O Último Mestre do Ar - vulgo Avatar

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Terra, água, fogo e pára por ai que isso não é Capitão Planeta.

Pra quem não sabe, a trama gira em torno de Aang, um guri que fugiu da sua tribo quando descobriu que era o Avatar, que poderia dominar todos os elementos lá do capitão planeta, só que ele fica preso e congelado, enquanto os dominadores do fogo queimaram (tudumtchi) tudo e eles precisam impedir que tudo vire pó. É mais ou menos isso.

Eu vou falar tudo isso como uma pessoa que nunca viu o desenho, mas fiquei curioso por saber que o cara de O Sexto Sentido iria tentar emplacar uma franquia. Um filme de estúdio ao maior estilo pipocão, mas quem pipocou na verdade foi o nosso amigo indiano.

O filme é(ponto). Eu me diverti, mas não sei se pagaria o ingresso pra ver.
A história é bem mais ou menos, mas as cenas de luta são boas e a coreografia da dominação dos elementos é bacaninha. Nada que impressione e nem nada que te deixe concentrado 100% no filme.

Eu tenho que confessar que eu tenho um pouco de preconceito com filmes desse tipo que não são Senhor dos Anéis. Mas esse é honesto. Taí. Honesto é a palavra que eu descreveria esse filme.

O que eu acho bacana mesmo é a iniciativa do @shoppingrecife em sortear ingressos só pra tuiteiros e fazer uma pré-estréia bacanuda dessas. Isso é bom de verdade. Parabéns pela iniciativa e claro, a Espaço Z, que organizou.

Ah, sobre o filme, eu me empolguei muito por ser um filme de Shyamalan(O Sexto Sentido e A Vila), mas vou esperar com mais ansiedade por Devil. Você faz melhor do que isso, meu velho. Não me decepcione mais.



ps.: se você puder, não veja dublado. Algumas dublagens estragam qualquer diálogo trivial.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Eu indico À Prova de Morte


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Hoje é a minha primeira vez no “Eu indico” e para não ter erro, vou indicar logo de cara um filme de Tarantino – À Prova de Morte (Death Proof). Para quem não sabe, foi lançado nos EUA como o segundo seguimento de uma sessão de filmes B, intitulada Grindhouse. O primeiro era Planeta Terror (eu nem vi e nem tive vontade de assistir), do amigão de Tarantino, Robert Rodriguez. O projeto foi um fracasso de bilheteria e as distribuidoras resolveram lançar os filmes separados no resto do mundo. 

Planeta Terror estreou por aqui em 2008 e À Prova de Morte foi pro limbo. A verdade mesmo é que ele tão fora dos padrões do circuito comercail que acabou na corda bamba entre ser lançado direto em DVD ou não. Depois desse longo lenga-lenga, o resultado: uma semaninha em cartaz.

Vamos deixar de lero-lero e ir direto ao filme. Você deve ver “À prova de morte” por vários motivos:

1º Kurt Russell está impagável como vilão mais insano do cinema. Ele incorporou o papel muito, muito bem. Logo de cara, no início do filme, aparenta ser o bad guy mais “clichê” já feito por ele, mas no decorrer do filme as coisas mudam e mudam muito. De vilão psycho indestrutível a um medroso “cagalhão”. Já disse que é impagável, né?
2º Como na maioria dos filmes de Tarantino, vai te levando para um lado da história e do nada, assim, só para brincar conosco, muda completamente de rumo e tudo o que vimos até a metade do filme vai para o lixo. Ou melhor, não vai completamente porque é lá que o vilão é construído, só pra ser desconstrído logo em seguida.


3º As cenas de perseguição e de batidas. Nem são tantas assim, mas em minha opinião, são muito, muito bem feitas e sem nenhum carro pegando fogo ou bala pra tudo que é lado. Ah... sem contar que tem cada carrão... Eu adoro carro antigo!

4º Esse motivo aqui é bem pessoal, mas depois de ver a cena da “galega” no capo do carro fiquei muito afim de fazer isso. Vou pegar dois cintos de couro e vou de Recife até Proto de Galinhas assim. No capô, com vento na cara!

5º É um filme de Tarantino. Sim, só por isso você tem que ver e ponto final.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Day & Night

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Pra quem não sabe (ninguém), antes dos filmes da Pixar, eles sempre passam um curta.
Day and Night é o do Toy Story 3. Se você ainda não viu, veja. É um dos melhores.

5 motivos para você não ver A Origem

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1) Não dá pra namorar.
Virou pro lado pra dar uns beijinhos na namorada? Perdeu. Se levantou para ir ao banheiro? Amigo, sinto muito, mas já era. E nem precisa mais voltar pra sala.
A O rigem é tão truncado e cheio de detalhes, que à mínima distração, o espectador já é jogado pra fora do enredo. Que filme cruel é esse que  demanda tamanho esforço intelectual de nós espectadores?! Eu quero um filminho pra me divertir! Pra dar risada, comer pipoca, discutir com o amigo da cadeira ao lado e, se estiver chato, tirar um cochilo e voltar para o Grand Finale!

2) A crítica da Folha de São Paulo não curtiu.
E se a Folha não gostou, o filme não pode mesmo ser bom.
(Artigo aqui)

3) Não é um filme de ação.

Tudo bem que tem umas cenas legais de luta e tal, mas se você está esperando por perseguições desenfreadas, tiroteios, pé na porta e tapa na cara, melhor esperar por Os Mercenário. Stalone rules!

4) Leonardo Dicaprio
O cara deveria ter parado de atuar depois de Titanic.  Estaria com o bolso cheio de grana e passando o rodo geral até os dias de hoje. Mas não, preferiu fazer filme "cabeça", como Gangues de Nova Iorque (chato pra cacete) e O Aviador (esse não vou nem comentar). Se bem que em Os Infiltrados ele ainda se salva. As cabeças explidindo são impagáveis.  

5) Faltou o Michael Bay

Quem é esse Christopher Nolan? Se Inception fosse dirigido pelo Michael Bay seria muito mais divertido! Já imaginou Will Smith e Martin Lawrence como protagonistas? Aí sim seria animal!

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Scott Pilgrim Interativo

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A gente já falou outras vezes aqui no Cult sobre Scott Pilgrim, fizemos uma mini-resenha sobre os quadrinhos e, quando o primeiro trailer saiu, fizemos questão de colocá-lo no topo da nossa lista de expectativas para a temporada de blockbusters do verão americano.

Hoje saiu mais um trailer, só que dessa vez, interativo, à la videogame do final dos anos 80 com diversos extras e clipes que merecem ser conferidos.

Pena que a Paramount adiou o lançamento do filme no Brasil para meados de novembro. Mas se você, assim como nós, não aguenta a espera, participe da campanha que o Thiago Siqueira, do Rapaduracast, criou e tuíte #ScottPilgrimNoBrasilNOW para a @ParamountBrasil.
quarta-feira, 28 de julho de 2010

Leve 2 pelo preço de 1

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A gente já fez um post aqui no Cultbox mostrando o primeiro teaser de The Social Network, filme de ninguém menos que David Fincher sobre os criadores do Facebook. Isso já foi motivo suficiente para me convencer de que vem coisa boa por aí. Depois do segundo teaser (simples e genial), fui nada forçosamente obrigado a anotar o nome no topo da minha lista de expectativas para o segundo semestre.

Semana passada saiu o trailer oficial. Não vou nem dizer mais nada. Se você ainda não viu, veja:


Mas o post não é só pra falar do filme. Dei essa volta porque precisava apresentar The Social Network para quem ainda não havia conhecido e para que você fizesse o mesmo caminho que fiz para chegar até Scala and Kolacny Brothers. Nunca ouviu falar? Então dá o play de novo e presta atenção na trilha que acompanha o trailer. Se bem que aposto uma unha que você já fez isso.

Scala é o nome do coro de meninas belgas regidas por Stijn Kolacny e seu irmão, Steven Kolacny, nos arranjos e no piano. Formado em 1996, o grupo já possui mais de 5 álbuns de estúdio e ganhou notoriedade na França e na Alemanha em 2002 com um projeto de releituras de Pierre Rapsat, falecido cantor belga.

O mais legal do grupo é que a maioria das músicas são versões de músicas conhecidas do Radiohead, U2, Nirvana, Depeche Mode, Muse, Damien Rice, entre outros. Separei algumas das que mais gostei, mas vale dar um pulo no Youtube cascavilhar um pouquinho mais.



segunda-feira, 19 de julho de 2010

Do Morro?

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Estava devendo esse post pro Cultbox a um tempão e devia também para os meus “compadres” Rafael Montenegro e Mykaela Plotkin que fizeram o curta “Do Morro?”. O curta teve estréia no Cine PE deste ano, mas não parou por aí. Já participou do “Semana Paulista do Curta-Metragem” e fez bonito, ficou em 3º Lugar! Semana passada foi exibido lá em Minas, na sessão competitiva da 6ª Mostra Audiovisual de Cambuquira (MOSCA 6), no dia 17 de julho (quero saber como foi).

O curta aborda o maior fenômeno atual da música pernambucana, João do Morro. Sem ser preconceituoso ou “rotulador”, nos faz pensar e nos deixa uma grande pergunta. Será mesmo que João é do Morro? Hoje parece fácil responder, já que João do Morro não se apresenta só nas periferias e bairros distantes do centro. Hoje, João do Morro já se apresenta nas casas mais badaladas de Recife e já bateu até recorde, o de maior público da história do RecBeat durante o carnaval de Recife.

Para quem não é aqui de Recife e não sabe, o Palco Recbeat é voltado para o rock, pop, hip-hop, para músicas mais “cabeças”, e, desde o ano passado, para João do Morro.

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É fato que suas músicas são bem polêmicas e tratam da verdade nua e crua das periferias brasileiras. Ele já foi comparado com Nelson Rodrigues e até mesmo com Bezerra da Silva. Exagero? Talvez não.

Não pense você que só aparecem pessoas achando João do Morro lindo e maravilhoso. Há também o outro lado da moeda. A ONG “Leoas do Norte”, inclusive, entrou na justiça contra o artista e querendo proibir a execução da música “Ei boyzinho”. A polêmica em torno do cantor é grande. Vale a pena você conferir. Para quem já viu, deixe seu comentário aqui.




Então, é do morro ou não é?
terça-feira, 6 de julho de 2010

Back to the Future

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Hoje é o dia que Marty Mc Fly chegaria ao futuro? Whatever.

O que eu queria dizer mesmo, é que se você é leitor desse blog e nunca assistiu essa trilogia, pare tudo que está fazendo e vá assistir (Isso. Invente uma doença "a la" Ferris pro seu chefe e vá ver). Na verdade, eu queria dizer que se você não viu esse filme, você é um merda. abs.

Se você é publicitário, o fime é genial.
Se você é designer, gênio de novo.
Se você nerd, perfeito.
Se você gosta de roteiros de cinema, é uma aula.
Se você quer ver um filme atemporal, guarde e mostre pros seus filhos.
Se você é louco por easter eggs, também.

E mil outros motivos.

Faça o seguinte: ao invés de falar que hoje é o dia em que Marty chegaria ao futuro, diga "Robert Zemeckis, você é um gênio", "Obrigado Michael J. Fox e Christopher Lloyd por essa obra prima".



É isso.
domingo, 27 de junho de 2010

Em Cartaz - The Social Network

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As telonas de 2010 vão vir com tudo. Dessa vez, o filme é The Social Network, que tem estreia prevista para o começo do ano, nos EUA.

Pra quem não sabe, The Social Network é o novo filme de David Finch (O Curioso Caso de Benjamin Button), que vai falar sobre o facebook.

O roteiro é baseado no livro de Ben Mezrich, The Accidental billonaires: The Founding of Facebook, a tale of sex, money, genius and betrayal (Os bilionários acidentais: a fundação do facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição).

Quem interpreta o papel de Mark Zuckerberg (criador do site) é Jesse Eisenberg (Zoombieland).

O filme também vai mostrar a história do brasileiro Eduardo Saverin, o co-fundador, que até hoje diz ter sido enganado por Mark, quando a rede social explodiu. Quem interpreta o brazuca é Andrew Garfield.

Quem também aparece no elenco é ninguém mais ninguém menos que Justin Tiberlake, no papel de Sean Parker, criador do Napster e comprador do Facebook.

A frase do cartaz do filme é "Você não faz 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos".

O filme ainda conta com o hotsite www.500millionfriends.com

(via Revista Monet)
sexta-feira, 18 de junho de 2010

O dia em que Lennon e McCartney quase tocaram juntos de novo

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Dá pra imaginar um encontro entre John Lennon e Paul McCartney em 1976 em que eles discutiram o fim dos Beatles, fumaram uns baseados, brigaram, dançaram um reggae no Central Park e quase fizeram uma apresentação no Saturday Night Live? Pois o roteirista
Mark Stanfield imaginou. E o melhor: colocou tudo num roteiro, entregou ao diretor Michael Lindsay-Hogg, que chamou dois atores inspirados e filmou tudo. Two of Us (Tudo entre Nós) é lição de casa para todo fã da maior banda de todos os tempos (desculpem a parcialidade).

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Além desse, o diretor também dirigiu o documentário Let it Be (1970), que registrou os últimos momentos da banda. Por conviver com McCartney e Lennon, Michael Lindsay-Hogg dirigiu Aidan Quinn (Lendas da Paixão), como Paul McCartney e Jared Harris (Resident Evil: Apocalipse), como John Lennon com maestria e conseguiu uma reprodução fidedigna da personalidade, dos trejeitos e do linguajar dos personagens.

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A história é baseada em fatos reais: em um sábado, no dia 24 de abril de 1976 Paul, Linda McCartney, Yoko Ono e John Lennon estavam reunidos na casa de John, em Nova Iorque, e assistiram, ao vivo, Lorne Michaels, apresentador do Saturday Night Live, oferecer 3 mil dólares para a banda tocar algumas músicas no programa. Os dois acharam que seria engraçado aceitar o desafio e ir até ao programa, que ficava a apenas algumas quadras. O quarteto quase entrou em um táxi, mas o cansaço da ex-dupla não permitiu. Pena para os órfãos da banda, que quase tiveram a chance de rever os velhos parceiros em ação. Mesmo sendo fruto da imaginação do diretor, o filme emociona, faz rir e envolve qualquer fã dos Beatles. Consegui um trailer com uma qualidade bem baixa, mas dá pra ter uma ideia. Ficou curioso? Então corra até a locadora mais próxima e veja antes de todo mundo.

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