segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Top 5 >> Discos de 2008


1. Into Your Lungs – Hey Rosetta!
Tropecei por acaso nessa fantástica banda canadense através do Myspace e acabei me deparando com o melhor álbum que escutei no ano. Incorporando piano, violino e um cello ao tradicional quarteto do rock de garagem e ao vocal arrasador de Tim Baker (que chega a lembrar um Dave Matthews melhorado), o Hey Rosetta! cria um som poderoso e cheio de camadas perfeito tanto para embalar festinhas quanto para ser dissecado pelos ouvidos mais exigentes. O terceiro álbum da banda é repleto de preciosidades. “New Goodbye”, que abre o disco, começa numa crescente que se estende até a última faixa. “I've Been Asleep For a Long, Long Time” e “Red Heart” estão entre as mais tocadas do meu player há pelo menos uns 6 meses. E parece que que vai ser difícil de enjoar...


2. Jukebox – Cat Power
Cantora, pianista e poeta, a norte-americana Chan Marshall a.k.a. Cat Power é sem dúvida uma das mais belas surpresas da última década. Oitavo álbum de sua carreira, Jukebox é uma mistura de covers e canções próprias – tudo interpretado com o charme e a indefectível voz de Chan Marshall. Aqui, ela torna seus originais de gente como Hank Williams, Lee Clayton e Joni Mitchell. É comovente o modo como ela canta James Brown em “Lost Someone” e Bob Dylan em “I Believe in You”. A este, ela escreve uma bonita carta de amor, “Song to Bobby”. Minha preferida é a versão de New York, New York, que ganhou o mundo com Frank Sinatra.


3. Consoler Of The Lonely - The Raconteurs
Gosto muito do White Stripes, mas sinceramente, acho o Raconteurs muito mais som. Deveras, Jack White é um gênio, mas acompanhado por Brendan Benson e uma banda de verdade o resultado não poderia ser outro. Num tom um pouco mais folk que seu antecessor, Consoler Of The Lonely mostra que os caras vieram para ficar. Investindo numa sonoridade que remete aos anos 70, sem descartar elementos mais modernos, as canções têm uma pegada rock n’ roll, refrãos marcantes, ‘riffs’ pesados, distorções, microfonia, boas doses de psicodelia, blues, country e metais.


4. Only by the Night - Kings Of Leon
Esse aqui Guto já teve a oportunidade de comentar no Top 5 anterior. Vou apenas acrescentar que não agüento mais escutar “17”!!!


5. Loyalty to Loyalty - Cold War Kids
Segundo da banda americana COLD WAR KIDS, intitulado Loyalty to Loyalty, o álbum tem a responsabilidade de suceder Robbers & Cowards, primoroso debut dos meninos lançado no ano de 2006. Com influências de BOB DYLAN, TOM WAITS e VELVET UNDERGROUND eles chamam atenção por misturar elementos do indie rock com folk e jazz, criando uma sonoridade muita peculiar e de destaque entre as novas bandas dos EUA.


sábado, 10 de janeiro de 2009

Curtindo a Vida Adoidado

20 anos depois...

“Ferris Bueller’s Day Off” ou “Curtindo a Vida Adoidado” virou mais que um clássico da Sessão da Tarde! Simplesmente porque nos mostrava que matar aula nos anos 80 poderia ser muito mais do que ir pra casa assistir a desenhos!!
O destino de alguns é mais do que público e notório: Jennifer Grey operou o desvio do septo nasal e disse bye bye à fama de “Curtindo a Vida Adoidado” e "Ritmo Quente", Charlie Sheen foi preso, e foi preso, casou com aquela Bond Girl gerando ruidosa separação, e Jeffrey Jones, astro de muitos filmes do Tim Burton, se envolveu num escândalo de pedofilia...

Nesse link aqui tem um antes e depois de todo o elenco.

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