terça-feira, 30 de setembro de 2008

Lost in Brazil

O Coldplay anunciou alguns detalhes de seu próximo EP, que será lançado apenas digitalmente a partir do dia 10 de novembro. A capa também foi divulgada, e curiosamente conta com um mapa do Brasil como plano de fundo!
Além da próxima música de trabalho, ‘Lost!’, que está no mais recente álbum ‘Viva La Vida or Death and All His Friends’, o álbum ainda trará outras três faixas ainda não anunciadas.

Esse mesmo mapa aparece no encarte do Viva La Vida Or Death And All His Friends

sábado, 27 de setembro de 2008

Bob Dylan: Preview online

O setentão folk norte-americano, mais conhecido como Bob Dylan, fará preview de seu próximo disco, na internet.

‘Tell Tale Signs’, o nome do tal álbum, é um disco duplo que reúne raridades das duas últimas décadas do artista, e chegará às lojas dia 7 de outubro.

O site desta rádio aqui, a National Public Radio, disponibilizará o áudio do cd por streaming, a partir de 12h do dia 30 de setembro.

Fonte: NPR Music

Action Figures de Cães de Aluguel

A Sideshow Collectibles colocou à venda os bonecos do filme Cães de Aluguel de Quentin Tarantino.

São três figuras com 30,5 cm (12”) de altura e cada uma custa US$59,99. Todos os bonecos vem com duas mãos esquerdas, uma normal e outra para segurar a arma. As quantidades das versões exclusivas da Sideshow são limitadas em 300 peças por figura, cada uma com um acessório exclusivo.

Fora de série, o “1965 Reservoir Dogs Cadillac Deville”, uma réplica exata do Cadillac usado no filme. O carro vem com uma figura de Michael Madsen como Mr. Blonde, segurando uma lata de gasolina na mão, poucos minutos antes de ser baleado por Mr. Orange.

A réplica “die-cast”, em escala 1:18, mede aproximadamente 32 cm (12.5”) de comprimento e abre as portas revelando um luxuoso interior preto, o capô revelando o motor (“340 Horsepower V-8 is Wired and Plumbed”) e a mala que é grande o suficiente para caber um corpo.

O “1965 Reservoir Dogs Cadillac Deville” custa US$49,98 na Motormint.



quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Blowin' in the Wind

Quantas estradas deve um homem percorrer antes de ser chamado um homem?
Eis a pergunta com que Robert Allen Zimmerman inicia um de seus primeiros sucessos, tendo ele ainda muitas estradas à frente por percorrer. Poucos ligaram em questionar-se se ele já era de fato um homem, mas não são poucos os que hoje o consideram uma lenda viva da cultura pop.
Nascido no estado americano de Minessota em 24 de maio de 1941, na cidade de Duluth, Robert desde pequeno interessava-se pelo universo da arte, escrevia poemas aos
10 anos de idade, e adolescente transformou-se em músico autodidata. Enquanto crescia, o jovem Robert viu crescer consigo o rock’n’roll, e pelo rock crescia o seu encanto. Mas permaneceria pequeno tal encanto diante do vislumbre que a música folk americana causaria nele ao ingressar na universidade.
Partindo a Nova York fez questão de conhecer seu novo ídolo, Woody Guthrie, célebre cantor folk. Levou consigo à “Big Apple” já algumas composições arranhadas em seu violão.
Não tardou para que o jovem Robert fosse exaltado. Final da década de 50, início da década de 60, época de muitas e profundas transições, Robert encarnava um espírito revolucionário pelo qual muitos dos jovens americanos ansiavam. Parecia cantar contra o status quo social, foi feito herói. Mas se tinha algo que o sr.Zimmerman detestava era convenções.
Convencionaram chamá-lo de cantor folk, tomou em mãos uma guitarra elétrica para enraivecer os puristas. Em meio a todo o flower power que o
transformou em idólo, Robert dormia com uma arma calibre 12 ao lado com medo de que hippies invadissem sua casa. Amado por muitos, vivia recluso. Robert foi de tudo um pouco, não gostando que o dissessem ser; era e é, pois, nada mais que Bob Dylan.
Entre os artistas que re-gravaram alguma de suas composições estão o Guns’n’Roses e os dinossauros dos Rolling Stones. Diz a lenda, Dylan teria até sido o responsável por apresentar certos rapazes de Liverpool à maconha; e graças a sua voz nasalada Jimmi Hendrix teve coragem de cantar ele também, e não só tocar sua guitarra. Comparações desse tipo não são cabíveis, porque são coisas distintas, mas pode-se dizer, e comumente se diz, que Bo
b Dylan está para os americanos, assim como Chico Buarque está para os brasileiros: letras elogiadas, voz deplorada e uma fascinação mítica.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Top 5 >> Acústicos MTV

Há muito tempo que venho querendo montar uma listinha com os melhores acústicos, e olha que não é nada fácil. Pensei que ia escrever esse post rapidinho e acabei preso numa pilha de cds e cheio de dúvidas na cabeça. Alguns parecem escolhas óbvias, até tentei dar uma mudada nesse baralho de cartas marcadas, mas simplesmente não há como fugir.
Sou fanzaço desse formato com instrumentos desplugados popularizado pela MTV. Só é uma pena que tenham resolvido lançar um álbum super-mega-produzido por semana (com gente que nem merecia tanto) e acabram desgastando a fórmula.

1. Titãs (1997)
Minha primeira lembrança de um Acústico MTV é de longe o mais sensacional. Como manda a regra, os Titãs rechearam o repertório de sucessos. A diferença é a quantidade e a qualidade das versões, minuciosamente preparadas e acompanhadas por um time de músicos clássicos. Uma aula!


2. Nirvan (1994)
Prelúdio ou despedida de Kurt Cobain? Um momento eternizado sob a luz de velas e canções melancólicas que pareciam anunciar o que estava por vir.


3. Cássia Eller (2001)
Esse tocou à beça, ainda mais depois que Cássia se foi, derrepente e sem se despedir. Ainda bem que deixou um registro magistral de recordação.
Essa versão de Primeiro de Julho deixa qualquer um arrepiado:


4. Pearl Jam (1992)
Tudo bem que o Pearl Jam só tinha um disco lançado quando gravou esse acústico em NY, mas precisa mais? Todos os clássicos estão lá, incluindo a versão perfeita de "Black":


5. Alanis Morissette (1999)
No auge de sua carreira e de volta de uma incursão espiritual pela índia, Alanis baixou um pouco os agudos e nos presenteou com algumas interpretações belíssimas, como a de King of Pain, do The Police. Lembro de assistir incansavelmente o clipe no Disk MTV. Bons tempos...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Me emocionou

Olha a reação da Mallu Magalhães ao subir ao placo pra cantar "Janta" ao lado de Marcelo Camelo no Coquetel Molotov:

Não tinha como ser diferente com um público caloroso como o recifense.

Pra quem não gostava…

E nesse final de semana rolou o tão falado e esperado Coquetel Molotov. Falado e esperado por muita gente, não por mim. Em casa, em pleno sábado, um amigo me chamou e como não ia fazer nada mesmo acabei topando. Grata surpresa. A começar pelas pessoas: gente legal mesmo. Além de uma feirinha que tinha coisas interessantes e no interior, um teatro cheio de gente sedenta por um espetáculo. E que espetáculo: Final Fantasy abriu a noite musical, pelo menos pra mim, com um show inesperadamente agradável. Mais do que isso: bonito. Sim, com uma voz que me lembrou, não tão de perto, os vocais de Fred Mercury e um violino diferente do que se imagina quando se pensa nesse instrumento, o espetáculo de um homem só me impressionou de uma forma muito positiva.
Depois dele, Maluh Magalhães. Um show bacana, bem distante da primeira impressão do festival, mas que teve sim, seus bons momentos. Não esperava ouvir Johnny Cash e nem ver Marcelo Camelo subir no palco pra tocar Los Hermanos. Pra encerrar, Peter bjorn fez um rock que eu enquadro bem dentro do que chamo de indie. Não posso dizer que me surpreendeu, mas também não desagradou. Elétricos, eles arrastaram boa parte da platéia pra frente do palco. E a noite terminou assim, de um jeito elétrico que me deixou cansado, mas bem satisfeito e um tanto arrependido. É, e esse último sentimento bateu porque eu perdi outros possíveis espetáculos, já que essa foi a primeira vez que eu fui. Valeu ter deixado o preconceito de lado e ter dado a cara à tapa. Nem doeu. Na verdade, foi bom como ganhar beijo. Beijo de mulher bonita.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Little Joy é só alegria

Já estão disponíveis no Myspace as três primeiras músicas do Little Joy, projeto ultra esperado de, Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti. O álbum mesmo só sai em 4 de novembro, mas já dá pra sentir o gostinho da mistura retrô entre os rockinhos do Los Hermanos e uma versão mais lo-fi de Strokes.
Das onze faixas de Little Joy, apenas uma recebeu um título em português: Evaporar. O disco está sendo produzido Noah Georgeson, um multi-instrumentista que trabalha com Devendra Banhart e Joanna Newsom.

Pé Grande de pelúcia!

Olha só que legal esse exemplar de Pé Grande pra guardar em casa. O "bichinho" de pelúcia faz parte de uma série criada pela Curster e produzida pela ESC-Toy Ltd. São 4 opções de rosto com apenas 375 unidades de cada produzidas. Eles medem 24 cm de altura, têm braços articulados e são feitos com um tipo de pêlo ultra macio. O Yeti da Curster é vendido nas versões "Sorridente", "Preocupado", "Assobiador" e "Dissimulado" e custa 25 dólares.

De olhos fechados

Acaba de sair o traleir de Synecdoche, New York, filme escrito e dirigido por Charlie Kaufman, o mestre por trás de Brilho Eterno de uma mente sem Lembranças, Adaptação e Quero ser John Malkovich.
Mal posso esperar para conferir. Confio de olhos olhos fechados.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Teetering Bulb

“Nós somos Kurt Huggins e Zelda Devon. Nós vivemos em um pequeno apartamento no Brooklyn, cheio em livros, mobília velha, copos de chá e em um gato chamado Cipher. Ambos desenhamos por dinheiro para assim poder continuar a inventar histórias, comprar cadarços dos sapatos, para ver espetáculos de marionete e comprar sanduíches”.
www.teeteringbulb.com

domingo, 14 de setembro de 2008

Será que estou cego?

É sempre muito difícil avaliar um filme baseado numa obra literária, primeiro porque é impossível se esquivar de comparações, segundo porque um texto permite múltiplas construções interpretativas, deixando a cargo de cada leitor a elaboração de um universo imagético. Vim com esse papo acadêmico careta só pra tentar dizer uma coisa, que o filme de Fernando Meirelles não é o meu Ensaio Sobre a Cegueira, nem provavelmente de ninguém que leu o livro. Por mais fiel que Meirelles tenha tentado ser ao texto de José Saramago, adaptações estão sempre sujeitas à pré-concepção de milhares de leitores.
Li o livro em meio ao alvoroço gerado pela notícia que o diretor de Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel iria levar pela primeira vez um material de Saramago ao cinema. Já concebi meu universo tendo em mente Juliane Moore e Mark Ruffalo como os rostos dos personagens centrais do romance, mas mesmo assim foi difícil ver na tela um filme diferente daquele que montei na cabeça. Não que Meirelles tenha tomado liberdade de promover mudanças significativas no roteiro, muito pelo contrário, foi fidelíssimo ao original, só que resolveu arriscar justamente na bendita construção imagética de Cegueira.
A fotografia estourada branca, tão comentada antes de seu lançamento, me incomodou bastante ao longo de toda a projeção. Pareceu experimentalista demais, ofuscante demais, distraindo do objeto principal, o conteúdo do texto. Cada take parece querer quebrar paradigmas convencionais, sempre buscando registrar a cena por um ângulo inusitado, nunca encarando de frente a humanidade dos protagonistas. Estética demais, sem necessidade.
Odiei a primeira metade do filme. Tudo muito apressado para chegar logo ao que realmente interessa. Os personagens vão aparecendo na tela sem criar nenhum envolvimento com o espectador (ajudado pelas péssimas interpretações do elenco coadjuvante). Corte seco pra lá, tomada esquisita pra cá, difícil entrar no clima assim. Então eis que Juliane Moore rouba a cena e coloca o filme nos eixos.
A metade final compensa todo o desapontamento. Mérito todo dela que consegue imprimir a humanidade que faltava, fazendo esquecer de todo o experimentalismo equivocado de Meirelles.
Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) certamente não merecia a recepção gélida que teve no Festival de Cannes (se bem que a versão que está em cartaz é bem diferente da que foi exibida por lá. Contam que, não satisfeito com a receptividade do público, Meirelles chegou a montar o filme 14 vezes), mas infelizmente acabou por não atingir a grande expectativa criada ao seu redor. Bom, essa é apenas a opinião de um pobre leitor. Quem sabe também não estou cego para ver além do que consigo enxergar?
quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Top 5 >> Melhores séries!

Já fui escravo da televisão, admito. Houve um tempo em que era realmente difícil fazer outra coisa senão acompanhar as séries favoritas, uma pra cada dia da semana. Perder um episódio era impensável. Melhorei um pouco de lá pra cá, mas uma vez ou outra sou pego de surpresa por algum novo fenômeno televisivo.
Relembrando esses tempos, o Top 5 dessa semana enumera minhas séries preferidas. Tem pra todos os gostos, umas já clássicas, outras que ainda rolam por aí.

1. Friends
Friends é uma terapia! Não há nada melhor que chegar em casa depois de um dia estressante e assistir a um episódio para relaxar. Não tem como não cair na gargalhada mesmo já tendo visto as piadas repetidas vezes. Primeiro lugar disparado!
Essa é de um dos meus preferidos:


2. Arquivo X (X Files)
Arquivo X marcou uma era na televisão americana. Numa época em que não era assim tão comum as séries tratarem de fenômenos paranormais, monstros bizarros e crenças exóticas, os agentes Fox Mulder e Dana Scully conquistaram uma legião de admiradores. Nada melhor que uma trama bem construída e personagens interessantes para alavancar uma série ao topo.

3. Lost
Muitos amam, outros tantos torcem o nariz, mas é impossível ficar indiferente à esse fenômeno. Depois de uma leve queda de qualidade na 3ª temporada, Lost voltou explodindo a cabeça de todo mundo! Se você ainda não viu ou ficou pelo meio do caminho, corra agora para alugar os DVDs.
Aviso: Altamente viciante!

4. Buffy, a Caça Vampiros (Buffy, The Vampire Slayer)

Uma das coisas mais geniais que vi na minha vida foi este episódio de Buffy que é praticamente todo sem falas!


5. Mandrake

Que tal uma nacional pra fechar com chave de ouro? Pois é, brasileiro também sabe fazer série de qualidade, Mandrake é o melhor exemplo. Marcos Palmeira dá vida ao advogado criminalista especialista em casos de chantagem e extorsão.
Baseada nos personagens criados pelo escritor Rubem Fonseca, tem duas temporadas exibidas pela HBO.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Bonequinhos de papel

Sei que vocês já devem ter visto milhares de sites com brinquedinhos de papel, mas tenho que postar esse aqui. Dentre todos que conheço o Clubcraft é o melhor e mais legal de todos. A coleção de personagens para cortar e montar vai desde Stormtroopers a Space Ghost. Tem também versões bem bacanas do Indiana Jones, Cérebro e Hellboy. E o melhor é que toda semana entra mais um personagem.
É diversão garantida!
terça-feira, 9 de setembro de 2008

Primeiro estádio debaixo da terra do mundo. Será?

Li uma notícia em um blog espanhol sobre design que anunciava a construção do primeiro estádio debaixo da terra do mundo, em Doha, capital do Qatar. Só que essa idéia não só já existe como já foi concretizada em terras tupiniquins. Pra quem não sabe, estou falando do Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Tudo bem que é bem rasinho, mas não deixa de um buraco.

O "The Wall Stadium" terá climatização para os 11.000 lugares sentados e a finalização da obra está prevista apenas para 2018.

Confira abaixo o projeto futurista e uma foto do nosso primogênito pobre.

Novo iPod Nano

Começaram a pipocar pela internet as primeiras imagens do novo iPod. Ainda não se sabe se são reais, mas tudo indica que sim. Algumas chegam a mostrar as novas cores do aparelho que variam de acordo com o ângulo e a incidência de luz.
Além da interface modificada, a capacidade de armazenamento do nano vai aumentar: 8 GB e 16 GB, contra os atuais 4 GB e 8 GB.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Noel Gallagher empurrado do palco

Noel Gallagher, guitarrista e vocalista do Oasis (e um dos maiores galos de briga ingleses), caiu no palco nesse último final de semana, enquanto fazia um show na versão canadense do V Festival.
Uma pessoa enlouquecida invadiu o palco e derrubou o músico com as mãos - frio e calculista. Mais tarde, começaram a surgir boatos de que um colega de profissão do rapaz teria sido a cabeça por trás dessa atitude estupidamente antiética: Paul Weller, músico que se apresenta no Tim Festival desse ano. A imprensa local alega que Weller tinha motivo sim para fazer ordenar o ataque, já que sua participação no show do grupo lendário foi cancelada junto a uma redução de última hora no setlist.
Depois de um intervalo de cerca de dez minutos, o grupo voltou ao palco para finalizar seu set, sem mais incidentes. Mais tarde, Noel Gallagher foi levado para um hospital, onde fez exames para conferir se estava tudo ok.

A propósito, a NME divulgou um vídeo do incidente em seu artigo. Confira antes que tirem do ar:


Valsa com Bashir

O israelense Ari Folman tinha apenas 19 anos em 16 de setembro de 1982, quando servia como soldado em Beirute, no Líbano, e participou do massacre de centenas de refugiados palestinos, incluindo homens, mulheres e crianças.
Folman não lembra de nada desse dia, apesar de ter um sonho recorrente com mulheres de xador preto caminhando pelas ruas. Para preencher as lacunas na sua memória, Folman resolveu coletar depoimentos de seus amigos e companheiros militares.
É esse o material que ele utilizou na criação no longa de animação “Waltz With Bashir”, que apesar de também contar com conteúdo fictício, foi classificado como documentário.



“Waltz With Bashir” é apenas o segundo longa de animação produzido em Israel, o primeiro foi em 1961. Ainda que com o tema polêmico, Ari Folman conta que nunca nem pensou em outro formato para dar vida ao seu roteiro.
Ele passou anos tentando levantar dinheiro para produzir o longa, conseguindo 2 milhões de dólares, um orçamento extremamente baixo para um filme de animação. O primeiro corte foi feito em Flash, um método barato com personagens bi-dimensionais e pouco movimento. Só depois que o filme ganhou toques de 3D e animação tradicional, desenhada a mão.
Em Israel, “Waltz With Bashir” foi duramente criticado por não enfatizar o papel do exército do país no massacre. Folman conta que sua intenção foi fazer um filme anti-guerra, mas não político, que seu objetivo não é lembrar o que ele fez, mas quem ele é.
“Waltz With Bashir” foi exibido com louvor no Festival de Cannes deste ano e ontem foi a vez de sua consagração no Toronto Film Festival. Resta saber quando, ou até mesmo SE, o filme chega ao Brasil.



Via Smelly Cat

Britânico criou iPod em 1979

Ou quase isso.
A Apple reconheceu em documentos oficiais que o britânico Kane Kramer, 52, é verdadeiro "pai" do iPod. O sujeito ainda não recebeu um centavo pela invenção e vive hoje na maior pindaíba.
Segundo reportagem do tablóide britânico "Daily Mail", a Apple só reconheceu a paternidade do aparelho para ganhar forças em uma disputa judicial contra a empresa Burst.com, que dizia ter patentes para a tecnologia do iPod e queria uma parte do faturamento da Apple.
Kramer criou um aparelho em 1979, quando tinha apenas 23 anos, capaz de armazenar apenas 3,5 minutos de música em um chip. As imagens do aparelho lembram bastante um iPod, no tamanho, posição da tela e o controle de navegação.
Ele fechou um acordo com uma empresa para desenvolver o produto. Mas, em 1988, a aliança foi rompida e ele ficou sem dinheiro para renovar as patentes e perdeu o controle sobre a tecnologia.
No momento, ele trabalha em uma invenção chamada Monicall, que permite que usuários gravem ligações telefônicas e as enviem por e-mail como um arquivo de áudio.

Via Folha de São Paulo

Boatos e verdades sobre Caça-Fantasmas 3

Harold Ramis, co-roteirista e intérprete do Dr. Egon Spendler de Caça-Fantasmas, falou ao jornal Chicago Tribune sobre o terceiro filme da série, oficializado na semana passada pela Sony. O ator confirmou algumas informações recentes e revelou alguns detalhes que até então eram incertos. Confira:

"Sim, a Columbia está desenvolvendo um Caça-Fantasmas 3 com meus parceiros de roteiro em Year One, Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg. Judd Apatow está co-produzindo Year One e já fez vários filmes para a Sony, então é claro que eles estão tentando colocá-lo a bordo e trazer também alguns dos talentos com quem ele trabalha. Dan Aykroyd, Ivan Reitman e eu estamos trabalhando como consultores neste momento e, segundo Dan, Bill Murray está querendo se envolver também de alguma maneira. Ele gravou diálogo para o novo game dos Caça-Fantasmas, assim como Danny, eu e Ernie Hudson. Mas o conceito do filme é que os velhos Caça-Fantasmas aparecerão como mentores no novo filme", concluiu.

A Sony, claro, deve estar imaginando uma nova série de filmes, então a idéia de uma geração mais jovem de Caça-Fantasmas parece óbvia. Quem serão os novos atores a vestir os macacões e terem que tomar cuidado para não cruzar seus raios, porém, é a nova grande dúvida de Hollywood. Pode apostar que figurinhas carimbadas dos filmes de Apatow ou da série The Office - na qual trabalham Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg - estão sendo consideradas...


Via Omelete

sábado, 6 de setembro de 2008

Q#5 >> Segunda etapa da maratona!

A maratona do Q continua. Semana passada deixei algumas pistas escondidas mas só meu amigo Gustavo (que está se revelando uma enciclopédia ambulante) descobriu a resposta pra a pintura de Monet.
No segundo dos quatro posts corelacionados, trago essa imagem emblemática presente em Vanilla Sky. Alguém aí se habilita a dar um chute?
Lembrando que quem mais acertar ao final desse desafio vai ganhar uma surpresa do Cultbox.

Discovery Channel - A Internet

Ví este documentário no Art & Design Binary, e achei interessante compartilhar com vocês. O filme é sobre o impacto, a força que a internet exerce sobre nossa sociedade. Vários tipos de visão, com depoimentos de diversos figurões da web. No Discovery Channel, este vídeo estréia dia 11/09. Confira. Vale a pena.

Canecas Tiki

Tiki são aquelas estátuas esculpidas com feições humanas. Típicas de algumas regiões do mundo, mas principalmente da Polinésia, têm uma série de significados e são usadas em diversos rituais. Estas canecas Tiki feitas pelo havaiano Henrik Van Ryzin, são totalmente esculpidas à mão e sem a ajuda de moldes. De cerâmica, podem ter algumas partes de porcelana e até mesmo componentes eletrônicos (para simular a luz do Deus do Fogo). Peças exclusivas, algumas chegam a custar mais de 500 dólares.
Link
Via: Bem Legaus!
quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Top 5 >> Trailers!!!

Acredito que eu não seja o único, mas adoro ir ao cinema pra assistir os trailers. Aqueles 2 minutinhos carregados de cenas explosivas que muitas vezes são melhores que os próprios filmes. Alguns começam com uma voz imponente anunciando "In a world...", outros vendem uma coisa e quando tu vai assitir o filme é outra, tem aqueles que tem uma música marcante, enfim, dá pra se divertir bastante com esses comerciais cinematográficos.
Pois bem, dei uma vasculhada na memória pra catar alguns exemplos que marcaram por alguma razão.
Eis o meu top5:

1. Spider-Man (2002) World Trade Center teaser trailer

Que melhor que uma seqüência filmada exclusivamente para ser um trailer?
Assisti pela primeira vez numa viajem aos EUA. Fui ao cinema ver Final Fantasy e, de repente, sou surpreendido por aquela cena do helicóptero preso entre os prédios do World Trade Center. Homem Aranha?!?! Put a keep are you!!! Me pegou totalmente desprevinido, tanto que depois nem consegui mais prestar a atenção ao filme.
Depois do 11 de setembro o trailer foi retirado do ar e acabou virando item na galeria dos colecionadores.

2. Machete

E o que dizer de um filme que é o próprio trailer? Pois é, essa idéia surgiu das mentes insanas de Tarantino e Robert Rodriguez para promover Grindhouse, projeto em que homenagearam os filmes de horror B. Bolaram uma história tosquíssima, recrutaram o "astro" mexicano Danny Trejo e rodaram a brincadeirinha, que só não virou filme de verdade porque Grindhouse fracassou nas bilheterias.

3. Vanilla Sky

O clímax do trailer, onde várias palavras piscam rapidamente na tela ao som de Chemical Brothers é algo sensacional. Edição perfeita, narração perfeita, trilha perfeita, tudo se encaixa como uma luva, e sem estragar nenhuma surpresa do filme.

4. Bastidores da Comédia (Teaser-Trailer)

O trailer do filme “Comedian” (título original), dirigido por Christian Charles e lançado em 2002, consegue uma comunicação direta com a platéia ao satirizar as frases de efeito e lugares comuns que costumam ser usadas nos trailers de grandes produções. Ainda não assisti ao filme, mas essa idéia é genial. Uma homenagem a Don LaFontaine.

5. Bad Boys II
Procurei pra caramba mas acabei não encontrando um teaser espetacular que lembro ter visto no cinema. Era todo composto por imagens em câmera lenta e uma bateria marcando a as batidas do coração. No fim apareciam Will Smith e Martin Lawrence cantando "Bad boys, bad boys whatcha gonna do? Whatcha gonna do, when they come for you?". Se alguém encontar, por favor, me avise preu postar aqui.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Morre o maior locutor de trailers!

Don LaFontaine, o inconfundível e mais famoso locutor de trailers do cinema americano, morreu na última segunda-feira em Los Angeles.

LaFontaine, conhecido pela frase “In a world…” (“Em um mundo”…), fez a locução de aproximadamente cinco mil trailers (!), além de propagandas de algumas das principais emissoras de TV americanas. A revista Entertainment Tonight afirmou em seu site que “considerando o número de contratos assinados, Don era provavelmente o profissional mais ocupado da história do Sindicato dos Atores.”

A página oficial de LaFontaine estima que ele trabalhou em “centenas de milhares” de anúncios de TV e rádio. Don LaFontaine tinha 68 anos, e morreu em conseqüência de um pneumotórax.



Via: Jovem Nerd

Primeira Impressão: Hellboy II

Quando Guillermo del Toro foi anunciado como o homem que comandaria o prequel de O Senhor dos Anéis fiquei tranqüilo. Ainda que preferisse a volta de Peter Jackson, que optou apenas por produzir O Hobbit, del Toro é a escolha mais óbvia se levarmos em consideração o currículo recheado por películas que retratam um universo fantástico de criaturas excêntricas, empregando sempre um estilo artesanal próprio.
Hellboy II: O Exército Dourado é seu último exercício antes da nova empreitada. E trata-se exatamente disso, um exercício que custou U$ 85 milhões aos cofres da Universal, conseguido graças ao sucesso do primeiro filme de 2004 e a repercussão mundial de O Labirinto do Fauno. Com o caixa cheio, Del Toro pode contar a história como queria, numa escala maior, incluindo muito mais criaturas e abusando na composição artística e nos efeitos especiais.
Neste novo capítulo, enquanto Hellboy (Ron Perlman) tenta lidar com seus problemas de aceitação e com o novo diretor da Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais, uma antiga trégua entre a humanidade e os filhos da Terra é rompida e o príncipe Nuala ameaça despertar o terrível Exército Dourado para tomar de volta o mundo que antes pertencia ao seu povo.

Apesar da aparência durona, o demônio vermelhão é ultra carismático, mas é atrapalhado por uma trama que promete e não chega a empolgar, nem quando o tal exército desperta e o cara tem de botar pra quebrar. Tudo é muito bem feito, a fotografia é impecável, mas sinto que ainda falta um pouco de açúcar nos filmes de del Toro. Não sei explicar se são diálogos melhores escritos, movimentação de câmera mais agressiva ou pura implicância, mas falta a carninha do miolo da pitomba.
Hellboy II diverte bastante em suas quase duas horas de projeção. É despretencioso (se é que se pode dizer isso de um filme com tal orçamento), leve e bem-humorado, porém nada que se compare a um The Dark Knight (aí também já é querer demais). Vale, com certeza, uma ida ao cinema para conferir. Fica agora a torcida pra que esse tenha sido só um esboço do que Del Toro pretende fazer com O Hobbit, porque pra conseguir chegar ao mesmo patamar do que já vimos com a trilogia original ele ainda terá que ralar um pouquinho.



Hellboy II: O Exército Dourado estréia no Brasil dia 5 de setembro.

Avaliação: 7,5
segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Na Agulha >> Devendra Banhart


Entre o hiato do Los Hermanos e os shows da Orquestra Imperial, Rodrigo Amarante colocou o violão debaixo do braço e partiu para Topanga Canyon (Caliórnia), paraíso da comunidade hippie nos anos 70 onde Devedra Banhart tranformara a casa em que morava em estúdio para a gravação de seu último álbus, Smokey Rolls Down Thunder Canyon.
Essa foi a notícia publicada na Rolling Stone de stembro de 2007 que despertou minha curiosidade e me levou a garimpar a discografia deste trovador nômade, de alma cigana e sangue mezzo venezuelano, que vem tratando a música da forma mais tosca possível.
Integrante de um movimento apelidado de New Weird America, Devendra Banhart é fã declarado de artistas brasileiros como Mutantes e Secos e Molhados. Caetano Veloso, seu predileto entre os astros tupiniquins, já chegou até a ser comparado a uma deus pelo cantor.
O som não é dos mais fáceis de escutar mas Devendra já conquistou lugar cativo no meu playlist com algumas faixas que passeiam entre o sublime e o nonsense musical.
Não deixem de conferir o álbum Devendra Banhart & Jana Hunter, o melhor na minha opinião, com interpretações acústicas de At the Hop e Little Monkey/Step in the name of Love. Dá até pra escutar o barulinho da agulha pulando no EP. Mágico!



Site Oficial: www.devendrabanhart.com

Johnny Depp fala sobre Batman


Hoje em dia, qualquer personagem que seja um pouco insano, invariavelmente, tem nome do Johnny Depp em quase todos os rumores sobre quem interpretaria o personagem. Desde que o cara fez o Cap. Jack Sparrow, ele passou a ser sinônimo de personagem doido.

Em um programa de rádio lá nos EUA, perguntaram pra ele sobre os rumores que o apontam como um provável Charada na continuação de The Dark Knight:

"Oh yeah, eu ouvi sobre isso. Não que eu saiba alguma coisa. Me parece que seria um papel divertido por uns momentos, sim".

Ou seja: ele não sabe de nada, mas até que a idéia lhe parece interessante.

O The Sun acaba de publicar uma notícia que confirma a presença de Depp como o Chapeleiro Maluco na adaptação de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas, o que pode complicar um pouco as coisas, já que o mesmo personagem estaria nos planos de Christopher Nolan, caso não quisesse utilizar o Charada, para a próximno filme do Batman e também tem teria Depp cotado para interpretá-lo.

E os senhores, o que acham?!

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